Início/Acesso por Cordas
Trabalho em altura por sistema de cordas para indústria e edificações. Equipe certificada, montagem sem estrutura fixa e operação sem parar a sua.
A técnica
É a técnica que leva a equipe a qualquer ponto de uma estrutura. Fachada, torre, silo, cobertura, encosta: onde escada, andaime e plataforma não alcançam, a corda chega.
A equipe desce ou sobe por um sistema de cordas ancorado em pontos calculados, sempre com uma segunda corda de segurança independente da primeira. Chegando lá, executa o serviço.
No mercado o serviço também é chamado de alpinismo industrial. O nome técnico, usado pelas normas brasileiras, é acesso por cordas. É uma atividade regulamentada, com norma própria de execução e de certificação.
Foi por aí que a Spider Podas começou, antes mesmo do trabalho com árvores.
Sem escada, sem andaime, sem plataforma
O que executamos lá em cima
Chegar ao ponto é metade do trabalho. A outra metade é o que precisa ser feito quando a equipe está lá.
Vistoria de fachadas, torres, silos, coberturas e estruturas metálicas, com registro fotográfico e relatório de condição.
Vedação de juntas, recuperação de trincas, substituição de peças e pequenos reparos em pontos sem acesso convencional.
Fachadas, vidros, calhas, telhados e estruturas industriais, incluindo pontos que a plataforma não alcança.
Preparação de superfície, aplicação de revestimento e pintura em altura, com isolamento da área abaixo.
Montagem de pontos de ancoragem e linhas de vida para que a sua própria equipe possa trabalhar em altura com segurança.
Árvore encostada em fachada, sobre telhado ou em encosta, onde caminhão com cesto não entra.
Onde se aplica

Silos, torres, tanques, coberturas e pontos elevados dentro de planta em operação, sem parar a linha.

Fachadas, empenas, calhas e marquises de prédios e condomínios, incluindo áreas sem acesso por dentro.

Encostas, taludes, vãos e locais onde equipamento pesado não entra ou não tem onde se apoiar.
Comparativo
Andaime exige montagem, desmontagem, projeto e área de apoio. Plataforma elevatória exige piso nivelado, espaço de manobra e acesso para o equipamento. Os dois param parte da operação enquanto estão lá.
O sistema de cordas monta no mesmo dia, ocupa o espaço de duas pessoas e sai sem deixar rastro.
Prazo
sem tempo de montagem de estrutura fixa
Custo
sem locação de equipamento de grande porte
Continuidade
a sua operação não precisa parar
Segurança
Nenhum profissional trabalha suspenso por um único sistema. São sempre dois: o de trabalho e o de segurança, independentes entre si e ancorados em pontos distintos. Se um falha, o outro sustenta.
Antes de qualquer descida, a equipe faz análise de risco da atividade, define o plano de resgate e confere os pontos de ancoragem. Se a ancoragem não passa na verificação, o serviço não começa.
O resgate é o ponto que separa operação séria de improviso: quem está na corda precisa poder ser retirado por um colega, em minutos, sem depender de socorro externo. É exigência da norma e é o primeiro item que auditoria de contratante verifica.
Ancoragem verificada
Onde a plataforma não chega
A corda monta no mesmo dia, ocupa o espaço de duas pessoas e sai sem deixar rastro.
Normas e certificação
A Spider Podas opera dentro das três e entrega a documentação que comprova isso, junto da proposta.
01
Norma regulamentadora do trabalho em altura. O Anexo I trata especificamente de acesso por cordas e define as exigências mínimas da operação.
02
Define quem pode executar. Estabelece a qualificação e a certificação dos profissionais em três níveis, com validade de três anos.
03
Define como executar. É o procedimento de aplicação do método: montagem, ancoragem, progressão e resgate.
+
N1 executa sob supervisão. N2 executa e conduz resgate. N3 supervisiona a equipe e responde pelo plano de resgate. Toda operação exige um N3 presente.
Na proposta vai a relação da equipe alocada, com nível e validade de cada certificação. Se o seu setor de segurança do trabalho pedir a documentação antes da mobilização, ela já está pronta.
Desde 2009 em acesso por cordas
17 anos em
acesso por cordas.
É de onde a
empresa veio.
Benjamin atua com a técnica desde 2009 e já foi instrutor de arboricultura antes de concentrar a operação na Spider Podas. Todo o método que a equipe usa hoje veio dessa formação.
Altura, tipo de estrutura e o que precisa ser feito já são suficientes para o primeiro retorno.